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Codecast #5 no ar!

Está no ar o 5º episódio do Codecast, o podcast sobre desenvolvimento web do Rafael Marin e do Júlio Greff. Nessa edição o tema é frameworks.

O que eu tenho a ver com isto? Bem, este que vos escreve foi convidado a emprestar sua belíssima voz ao Codecast, falando um pouco sobre Python e Django e um pouquinho de Javascript e jQuery. Foi minha primeira participação em um podcast e eu gostei bastante da experiência (espero voltar mais vezes =P).

É isso aí, vai lá e baixa agora! 🙂

PS.: UAU! Dois posts em dois dias!

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Diz até que não é… um mau blog!

O Júlio Greff me indicou como um dos blogs que “dão pro gasto”. Eu fico contente com a indicação, visto que meu blog (mais uma vez) ficou jogado às traças por quase três meses.

Diz até que não é… um mau blog!

O meme consiste em indicar 7 blogs de responsa, e aí vão minhas indicações: And the oscar goes to…

E agora as regras do meme Diz até que não é… um mau blog!:

  1. Este prêmio deve ser atribuído aos blogs que considerem ser bons. Entende-se como bons os blogs que você costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
  2. Se e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post indicando a pessoa que lhe deu o prêmio com um link, a tag do prêmio, as regras e a indicação de outros 7 blogs para receberem o prêmio.
  3. Deve exibir orgulhosamente a tag do premio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.

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Django, Django e mais Django

No final de semana a Revista INFO chegou à casa de seus assinantes trazendo uma matéria sobre frameworks web. O artigo fala sobre Django, Ruby on Rails e outros frameworks ágeis. Eu ainda não tive a oportunidade de ler o artigo, porém, acompanhado a repercussão na lista de discussão Django Brasil, pude perceber que, como é de costume da INFO, falaram besteira sem saber o que estavam falando. Entre outras asneiras incoerências, chegaram a dizer que o defeito do Django é ter sido escrito em Python e, portanto, requerer que se aprenda a linguagem antes que de usá-lo pra desenvolver.

Mas eu não estou aqui pra falar mal da INFO. Eu venho anunciar que, no mesmo dia em que a edição da INFO chegou ao público, o site oficial da comunidade Django Brasil entrou no ar (já com PageRank 5!). O site ainda não está com todo o conteúdo inserido, mas já dá pra tirar muita dúvida a respeito do framework (e ver que boa parte do que foi escrito na INFO é besteira). Eu tive o prazer de contribui com o design, o HTML inicial (que, é claro, já não está como eu deixei) e o CSS do site. Ainda há muita coisa a fazer (e refazer), mas devagarinho a gente chega lá…

Trabalhar junto com a comunidade foi um enorme prazer e um aprendizado muito grande pra mim. Eu estou realmente satisfeito de ter participado (e ainda continuarei participando) desse projeto e acredito que projetos assim só têm a somar na experiência de quem participa. Agradeço a toa a comunidade e, em especial, ao Guilherme Gondim (Semente), que foi paciente me ensinando como funciona o Subversion (sim, foi meu primeiro projeto usando Subversion e eu achei simplesmente fantástico) e todo o sistema do Google Code.

Veja o que estão falando por aí sobre o site.

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Como foi o CodeShow

Mais de uma semana se passou e só agora estou escrevendo sobre o CodeShow. Shame on me… Bom, o fato é que o CodeShow foi bom. Um pouco menos do que eu esperava, mas ainda assim foi bom. Talvez seja por isso que eu só estou escrevendo sobre isso agora.

Primeiramente, é muito engraçado quando se está num lugar rodeado de pessoas que você lê, mas não conhece. É como se você conhecesse todo mundo, mas ao mesmo tempo não conhecesse ninguém. Os que consegui reconhecer foram apenas a Simone Villas Boas, do Pixeladas Aleatórias (que se sentou ao meu lado e foi com quem eu passei a maior parte do tempo, junto com o Rafael Apocalypse) e o Tarcísio Sassara, que também se sentou ao meu lado, mas só fui me dar conta de quem era mais tarde.

Mas vamos falar sobre o evento em si…

A aplicação

A idéia era construir uma aplicação de catalogação de livros. Funciona basicamente assim: se você possui algum livro, procura por ele no sistema e adiciona-o no seu perfil; se o livro ainda não existe no sistema, você cadastra-o entrando com as informações Nome do Livro, Imagem da capa, Autor e ISBN. Há ainda a possibilidade de comentar livros alheios.
É uma espécie de del.icio.us de livros.

Pontos negativos

Pra começar, a aplicação não ficou pronta. Tudo bem, isso não importou tanto, já que, de certa forma, todos nós já esperávamos por isso. Mas faltou realmente muita coisa pra que ela ficasse pronta. Espero que ela seja terminada e lançada em breve.

Para os designers não foi tão ruim, já que na maioria do tempo o Diego ficou escrevendo HTML (sim, HTML 4) e CSS (claro, sem deixar de exibir toda a frescurite de seu MacBook :P). Já para programadores (ou designers que estavam interessados também na programação, como eu) deve ter sido entediante, já que não foi dada muita atenção à programação.

Os layouts não estavam prontos. E nem sequer planejados. Dessa forma, perdeu-se muito tempo precioso com o Diego tendo que desenhar telas lá na hora, telas essas que ele nem sabia que iria existir.

A aplicação deveria estar inteiramente planejada. No início do dia, perdemos uma boa hora (talvez até mais) pensando a aplicação, enquanto o foco do evento seria a “mão na massa”.
Se a aplicação já tivesse planejada, as telas já poderiam estar todas desenhadas, o que pouparia o tempo do planejamento (que, repito, não era o principal interesse de quem estava ali) e do desenho das telas. Dessa forma, ao invés de começar pensando a aplicação, o evento poderia começar apenas explicando-a.

O local era ótimo, mas acho que a “manobra” feita pra colocar mais gente no evento foi mais negativa do que positiva. Se o evento tivesse sido mesmo na Visie, além de economizar boa parte do tempo gasto com a instalação da infra-estrutura pra transmissão on-line, o horário poderia ter sido estendido um pouco mais, já que aplicação terminou crua. A menos que na Visie não houvesse como transmitir on-line, acho que não valeu a pena transferir o evento pra um local maior. Eu teria ficado até 21h pra ver tudo pronto. 🙂

Pontos positivos

A dica que “valeu o dia”, segundo as palavras do próprio Élcio, foi o Subversion. Já tinha lido vagamente sobre ele por aí mas nunca animei testar pra ver como funciona. O interessante é que, na quarta-feira em meu serviço, eu gastei o dia de trabalho fazendo um retrabalho por causa de um programador .NET (sempre eles) que substituiu uns arquivos que eu já havia modificado pelos arquivos antigos. Ah, se eu conhecesse o Subversion antes…

No que diz respeito a códigos, não tirei muito proveito, já que muito do que sei aprendi com eles mesmo. Até dei alguns palpites no código e recebi um “pedido informal de currículo” (até que seria uma boa idéia…). 😛

Além disso, foi bom poder bater um papo com a Simone, pela sua simpatia e experiência em projetos on-line dos mais diversos e saber que, ao contrário do que eu pensava, não sou só eu que não me dou muito bem com programadores .NET. 😛 Saber um pouco do que ela pensa sobre desenvolvimento e o mercado atual da internet foi enriquecedor.

Fazendo um balanço final…

Como o Élcio fez questão de dizer, essa foi só a primeira edição de um evento que segue um roteiro totalmente diferente do que já se viu por aí. Dessa forma, é natural e até compreensível que tenha havido muitos erros. Desde que, é claro, nas próximas edições eles sejam corrigidos. 😉

Ficam aí então as minhas sugestões para o próximo CodeShow:

  • Ter a aplicação toda planejada e desenhada, cabendo só uma explanação sobre ela no início do evento;
  • Ter os horários definidos para cada etapa do desenvolvimento.
  • Pensar num work-around caso a aplicação não fique pronta. Nem que seja a disponibilização de vídeos do resto do desenvolvimento.
  • Coffee break. 🙂 Afinal de contas, também estamos lá pra conhecer-mos uns aos outros.

Claro, não posso esquecer de dizer que durante o evento também foi lançado o CodeShow Vídeos, o YouTube dos desenvolvedores web.

Observação importante: O Mac do Diego travou. Duas vezes. 😛

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Quem vai ao CodeShow?

[momento ‘help me’]
Alguém de vocês vai ao CodeShow?

Estou com uma expectativa muito boa com relação ao CodeShow, não só pelos assuntos que serão abordados no evento, mas também pelo fato de ser o primeiro evento que participo na área de internet. Acredito que será uma grande oportunidade para, além de adquirir mais conhecimento com quem sabe, conhecer melhor outras pessoas da área, fazer novos contatos, novas amizades.

Tudo bem, eu estou com inscrição paga e passagens compradas mas… preciso contar um segredinho pra vocês: nunca fui a São Paulo. 🙂 Moro em Ipatinga, interior de Minas. Por aqui não existe metrôs nem terminais rodoviários, nada além de uma estação ferroviária, uma rodoviária e um aeroporto modesto. Um bairro de São Paulo deve ser maior que Ipatinga.

Olhando bem o mapa de como chegar à Visie, não me parece complicado encontrar o lugar, pela proximidade ao metrô. Bom, pelo menos se eu soubesse como chegar ao metrô… rsrs. Um pingo de precaução não faz mal a ninguém e amigos servem pra essas coisas, não? 🙂

Se você vai ao CodeShow e pode me ajudar, sendo meu guia por lá, por favor mantenha contato comigo através do email jaderubini[at]gmail[dot]com. E se você vai ao CodeShow, mas também está meio sem rumo como eu, junte-se a mim, quem sabe a gente não consegue se perder virar juntos? ;P
[/momento ‘help me’]

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Colocando ordem na casa

A minha volta à blogosfera até que não foi nada mal. Olhando nas estatísticas tive um número de visitas razoável, considerando que até poucos dias atrás praticamente nem me lembrava que tinha um blog. Foram 34 visitantes únicos de domingo pra cá. Not bad… Sinceramente, achei que nem isso atingiria, devido ao tempo (e põe tempo nisso) que estava sem blogar. Bom, o que importa é que agora eu estou de volta e pretendo continuar postando material de qualidade com mais freqüência.

Mas, antes disso, eu gostaria de deixar claro pra vocês, meus leitores, que algumas mudanças ocorrerão por aqui e, mais do que nunca, gostaria de contar com a sua opinião pra que tanto eu quanto vocês saiamos ganhando nessa. 🙂

Mudanças no escopo do blog

Padrões web e desenvolvimento realmente me fascinam e eu adoro ler e escrever sobre isso. E foi esta a proposta do blog desde sua criação: postar artigos conceituais e práticos principalmente sobre XHTML e CSS. Está certo que eu já postei coisas pouco relacionadas com isso, e creio que tenha sido esse o meu erro, fugir do escopo. Mas eu gostaria de poder ir além. Sinto vontade de escrever sobre alguns assuntos diferentes e não o faço pois não sei até que ponto eu posso diversificar o conteúdo deste blog sem espantar os leitores. Entre os assuntos que gostaria de abordar estão:

  • Design em geral (conceitos, teoria e prática)
  • Usabilidade e a parte mais humana da internet
  • Publicidade (claro, focando em ações online)
  • Ferramentas de edição (principalmente Dreamweaver(!) e Photoshop)
  • e outros assuntos menos fáceis de categorizar

Como estou estudando (de novo, mas dessa vez pra valer) Python, é natural que apareça uma coisinha ou outra sobre Python e Django (framework escolhido até o momento pra programar em Python). Talvez apareça também algo relacionado a História da Arte e Semiótica, matérias que serão ministradas na faculdade neste semestre.

Ainda estou pensando na possibilidade de fazer podcasts e/ou videocasts nos moldes do roda&avisa: curtos e diretos. Mas ainda é só cogitação.

Maior integração com outros blogs

Quando eu comecei com o blog eu estava sempre tirando um tempo pra comentar os posts alheios. Com o tempo isso foi mudando e eu passei a ler os blogs somente pelo Bloglines (péssimo hábito), o que acabou me fazendo deixar de comentar.

Acredito que essa integração entre os blogueiros seja de suma importância pra toda a comunidade blogueira e até pros blogs individualmente. Trocar conhecimentos faz parte disso e é por isso que, desde sábado, quando voltei à blogosfera, estou voltando a ler os posts diretamente no blog (exceto quando estou no trabalho, pela falta de tempo mesmo) e a comentá-los sempre que tenho uma opinião que vá acrescentar algo. Além disso, estarei sempre enviando trackbacks a outros blogs que não estão na minha “rede” mas são relacionados com o assunto do post.

E finalmente… me libertar do WordPress

Acho que eu já cansei de falar sobre isso por aqui. Mas dessa vez vai! 🙂

A idéia é a seguinte: aproveitar meus estudos em Python e desenvolver eu mesmo o meu blog todo em Python/Django, incluindo aí o design, templates e, quem sabe, até o admin (o Django tem um admin que já vem “no gatilho” pra qualquer aplicação desenvolvida com ele, mas desenvolver a sua própria ferramenta é mais empolgante). E quem sabe, depois de tudo pronto, eu não libero a aplicação pra galera?

Claro, isso pode demorar um pouco muito, apesar da facilidade que estou tendo no aprendizado, mas é o único jeito dessa idéia de me libertar do WordPress engrenar.

E aí, o que acharam? Sugestões? Opiniões? Não gostou de algo? Não gostou de nada? Fala aí. 😉

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