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Sai Firefox, entra Flock

Há alguns dias saiu na Smashing Magazine um artigo sobre “browsers interessantes sobre os quais você nunca ouviu falar” e, posteriormente, o Pedro também falou sobre alguns deles.

O fato de eu descobrir que o Flock, um fork do Firefox, voltado à integração com as principais redes sociais, chegou em sua primeira versão estável, em conjunto com a minha insatisfação com o desempenho do Firefox me animou a testá-lo mais uma vez. Eu já havia testado o Flock antes, quando ele ainda estava em seus primeiros passos, mas na época não vi muita novidade e acabei não me interessando e desinstalando logo. Bem, as coisas mudaram.

Como disse, o Flock é bastante voltado para a integração com as redes sociais mais conhecidas, como Flickr, Del.icio.us, WordPress, Youtube, Facebook, entre outros. Existem recursos realmente facilitadores nele, como, por exemplo:

  • upload de fotos para o Flickr, direto do browser;
  • o Web Clipboard, uma espécie de área de transferência integrada ao browser;
  • gerenciador de contas e serviços (sem comentários);
  • interface para publicação de posts (na qual estou escrevendo este artigo), com editor bastante parecido com o usado pelo WordPress. Basta informar uma conta em algum serviço de blog conhecido, ou no seu próprio blog e começar a escrever seus posts;

Além disso, o Flock, como é baseado no Firefox, suporta todas (pelo menos das que testei) as extensões do Firefox, o que significa que você não precisa abrir mão de suas comodidades se quiser migrar do Firefox pro Flock.

Com o visual mais bonito, a mesma engine e uma integração fantástica com diversos serviços pela web, além de um desempenho melhor (meu Firefox chegava quase aos imperdoáveis 200MB de consumo) não tive que pensar duas vezes antes de mudar logo de browser. Estou confortável com o Flock e é nele que pretendo ficar, pelo menos até o lançamento “final” do Firefox 3. 🙂

Blogged with Flock

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Django, Django e mais Django

No final de semana a Revista INFO chegou à casa de seus assinantes trazendo uma matéria sobre frameworks web. O artigo fala sobre Django, Ruby on Rails e outros frameworks ágeis. Eu ainda não tive a oportunidade de ler o artigo, porém, acompanhado a repercussão na lista de discussão Django Brasil, pude perceber que, como é de costume da INFO, falaram besteira sem saber o que estavam falando. Entre outras asneiras incoerências, chegaram a dizer que o defeito do Django é ter sido escrito em Python e, portanto, requerer que se aprenda a linguagem antes que de usá-lo pra desenvolver.

Mas eu não estou aqui pra falar mal da INFO. Eu venho anunciar que, no mesmo dia em que a edição da INFO chegou ao público, o site oficial da comunidade Django Brasil entrou no ar (já com PageRank 5!). O site ainda não está com todo o conteúdo inserido, mas já dá pra tirar muita dúvida a respeito do framework (e ver que boa parte do que foi escrito na INFO é besteira). Eu tive o prazer de contribui com o design, o HTML inicial (que, é claro, já não está como eu deixei) e o CSS do site. Ainda há muita coisa a fazer (e refazer), mas devagarinho a gente chega lá…

Trabalhar junto com a comunidade foi um enorme prazer e um aprendizado muito grande pra mim. Eu estou realmente satisfeito de ter participado (e ainda continuarei participando) desse projeto e acredito que projetos assim só têm a somar na experiência de quem participa. Agradeço a toa a comunidade e, em especial, ao Guilherme Gondim (Semente), que foi paciente me ensinando como funciona o Subversion (sim, foi meu primeiro projeto usando Subversion e eu achei simplesmente fantástico) e todo o sistema do Google Code.

Veja o que estão falando por aí sobre o site.

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Diga “Oi” para o pingüim

Eu já venho namorando o Ubuntu há tempos. Desde o lançamento da penúltima versão (7.04 codinome Feisty Fawn) eu já venho tentando instalá-lo, porém, pela incompatibilidade do meu hardware (que era bem fraquinho) eu acabei desistindo por um tempo e me contentando com o Windows.

Acontece que eu comprei uma máquina nova, com hardware bem superior ao da máquina anterior e, além disso, uma nova versão do Ubuntu foi lançada exatamente na mesma semana que minha máquina nova chegou. Depois de ler em vários sites por aí e no próprio site do Ubuntu que a versão 7.10 (codinome Gutsy Gibbon) tinha um suporte melhor a diversos drivers não-suportados no Feisty, eu resolvi dar mais uma chance ao pingüim.

Meu Desktop Ubuntu Gutsy Gibbon

Baixei o .iso diretamente do site do Ubuntu um dia após o seu lançamento pois no dia do lançamento os servidores estavam congestionadíssimos e era quase impossível baixar o arquivo por lá. E a instalação foi tranqüila. Particionei o HD pelo Windows usando o PartitionMagic, dei o boot pelo CD do Gutsy, segui 7 passos super simples e pronto: com menos de 40 minutos, o Ubuntu estava instalado em minha máquina, sem necessitar de intervenção nenhuma durante a instalação. Reiniciei a máquina, tirei o CD da bandeja e dei “olá” ou admirável mundo novo.

O processo foi estupidamente simples. Ao contrário do que tinha acontecido com a tentativa de instalação do Feisty, não tive nenhum problema com hardware, nenhum sequer. Não precisei mexer em nada com relação a configurações de hardware, exceto pela instalação do driver de aceleração de vídeo da nVidia, pra poder ter todos aqueles efeitos mirabolantes na minha área de trabalho. Três cliques cuidaram disso pra mim.

Estou satisfeitíssimo com o Ubuntu, tanto pela performance quanto pela simplicidade de se fazer tudo. Você só precisa ir ao terminal se quiser, pra tudo o que você faria nele há uma aplicação gráfica que tome conta, mesmo que não esteja instalada por padrão no sistema. Enquanto isso, o Windows está lá na partição dele, pronto pra quando eu precisar de um Photoshop, Illustrator ou InDesign da vida (e só pra isso). 🙂

Ah! E aí vai a configuração da minha máquina nova:

  • ASUS P5LD2-X (som e rede integrados)
  • Intel Dual Core 1.6ghz
  • Memória 1Gb DDR2
  • nVidia geForce 7300GS 256/512Mb
  • Monitor Samsung LCD 17″ widescreen

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Como foi o CodeShow

Mais de uma semana se passou e só agora estou escrevendo sobre o CodeShow. Shame on me… Bom, o fato é que o CodeShow foi bom. Um pouco menos do que eu esperava, mas ainda assim foi bom. Talvez seja por isso que eu só estou escrevendo sobre isso agora.

Primeiramente, é muito engraçado quando se está num lugar rodeado de pessoas que você lê, mas não conhece. É como se você conhecesse todo mundo, mas ao mesmo tempo não conhecesse ninguém. Os que consegui reconhecer foram apenas a Simone Villas Boas, do Pixeladas Aleatórias (que se sentou ao meu lado e foi com quem eu passei a maior parte do tempo, junto com o Rafael Apocalypse) e o Tarcísio Sassara, que também se sentou ao meu lado, mas só fui me dar conta de quem era mais tarde.

Mas vamos falar sobre o evento em si…

A aplicação

A idéia era construir uma aplicação de catalogação de livros. Funciona basicamente assim: se você possui algum livro, procura por ele no sistema e adiciona-o no seu perfil; se o livro ainda não existe no sistema, você cadastra-o entrando com as informações Nome do Livro, Imagem da capa, Autor e ISBN. Há ainda a possibilidade de comentar livros alheios.
É uma espécie de del.icio.us de livros.

Pontos negativos

Pra começar, a aplicação não ficou pronta. Tudo bem, isso não importou tanto, já que, de certa forma, todos nós já esperávamos por isso. Mas faltou realmente muita coisa pra que ela ficasse pronta. Espero que ela seja terminada e lançada em breve.

Para os designers não foi tão ruim, já que na maioria do tempo o Diego ficou escrevendo HTML (sim, HTML 4) e CSS (claro, sem deixar de exibir toda a frescurite de seu MacBook :P). Já para programadores (ou designers que estavam interessados também na programação, como eu) deve ter sido entediante, já que não foi dada muita atenção à programação.

Os layouts não estavam prontos. E nem sequer planejados. Dessa forma, perdeu-se muito tempo precioso com o Diego tendo que desenhar telas lá na hora, telas essas que ele nem sabia que iria existir.

A aplicação deveria estar inteiramente planejada. No início do dia, perdemos uma boa hora (talvez até mais) pensando a aplicação, enquanto o foco do evento seria a “mão na massa”.
Se a aplicação já tivesse planejada, as telas já poderiam estar todas desenhadas, o que pouparia o tempo do planejamento (que, repito, não era o principal interesse de quem estava ali) e do desenho das telas. Dessa forma, ao invés de começar pensando a aplicação, o evento poderia começar apenas explicando-a.

O local era ótimo, mas acho que a “manobra” feita pra colocar mais gente no evento foi mais negativa do que positiva. Se o evento tivesse sido mesmo na Visie, além de economizar boa parte do tempo gasto com a instalação da infra-estrutura pra transmissão on-line, o horário poderia ter sido estendido um pouco mais, já que aplicação terminou crua. A menos que na Visie não houvesse como transmitir on-line, acho que não valeu a pena transferir o evento pra um local maior. Eu teria ficado até 21h pra ver tudo pronto. 🙂

Pontos positivos

A dica que “valeu o dia”, segundo as palavras do próprio Élcio, foi o Subversion. Já tinha lido vagamente sobre ele por aí mas nunca animei testar pra ver como funciona. O interessante é que, na quarta-feira em meu serviço, eu gastei o dia de trabalho fazendo um retrabalho por causa de um programador .NET (sempre eles) que substituiu uns arquivos que eu já havia modificado pelos arquivos antigos. Ah, se eu conhecesse o Subversion antes…

No que diz respeito a códigos, não tirei muito proveito, já que muito do que sei aprendi com eles mesmo. Até dei alguns palpites no código e recebi um “pedido informal de currículo” (até que seria uma boa idéia…). 😛

Além disso, foi bom poder bater um papo com a Simone, pela sua simpatia e experiência em projetos on-line dos mais diversos e saber que, ao contrário do que eu pensava, não sou só eu que não me dou muito bem com programadores .NET. 😛 Saber um pouco do que ela pensa sobre desenvolvimento e o mercado atual da internet foi enriquecedor.

Fazendo um balanço final…

Como o Élcio fez questão de dizer, essa foi só a primeira edição de um evento que segue um roteiro totalmente diferente do que já se viu por aí. Dessa forma, é natural e até compreensível que tenha havido muitos erros. Desde que, é claro, nas próximas edições eles sejam corrigidos. 😉

Ficam aí então as minhas sugestões para o próximo CodeShow:

  • Ter a aplicação toda planejada e desenhada, cabendo só uma explanação sobre ela no início do evento;
  • Ter os horários definidos para cada etapa do desenvolvimento.
  • Pensar num work-around caso a aplicação não fique pronta. Nem que seja a disponibilização de vídeos do resto do desenvolvimento.
  • Coffee break. 🙂 Afinal de contas, também estamos lá pra conhecer-mos uns aos outros.

Claro, não posso esquecer de dizer que durante o evento também foi lançado o CodeShow Vídeos, o YouTube dos desenvolvedores web.

Observação importante: O Mac do Diego travou. Duas vezes. 😛

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Designer

Que coisa linda. 🙂

Quero ser designer - Parte 01Quero ser designer - Parte 02

@ Rafael Apocalypse, que conheci na minha ida ao CodeShow, sobre o qual escrevo mais tarde, quando terminar de ler as centenas de feeds e e-mails. 😛

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Quem vai ao CodeShow?

[momento ‘help me’]
Alguém de vocês vai ao CodeShow?

Estou com uma expectativa muito boa com relação ao CodeShow, não só pelos assuntos que serão abordados no evento, mas também pelo fato de ser o primeiro evento que participo na área de internet. Acredito que será uma grande oportunidade para, além de adquirir mais conhecimento com quem sabe, conhecer melhor outras pessoas da área, fazer novos contatos, novas amizades.

Tudo bem, eu estou com inscrição paga e passagens compradas mas… preciso contar um segredinho pra vocês: nunca fui a São Paulo. 🙂 Moro em Ipatinga, interior de Minas. Por aqui não existe metrôs nem terminais rodoviários, nada além de uma estação ferroviária, uma rodoviária e um aeroporto modesto. Um bairro de São Paulo deve ser maior que Ipatinga.

Olhando bem o mapa de como chegar à Visie, não me parece complicado encontrar o lugar, pela proximidade ao metrô. Bom, pelo menos se eu soubesse como chegar ao metrô… rsrs. Um pingo de precaução não faz mal a ninguém e amigos servem pra essas coisas, não? 🙂

Se você vai ao CodeShow e pode me ajudar, sendo meu guia por lá, por favor mantenha contato comigo através do email jaderubini[at]gmail[dot]com. E se você vai ao CodeShow, mas também está meio sem rumo como eu, junte-se a mim, quem sabe a gente não consegue se perder virar juntos? ;P
[/momento ‘help me’]

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Colocando ordem na casa

A minha volta à blogosfera até que não foi nada mal. Olhando nas estatísticas tive um número de visitas razoável, considerando que até poucos dias atrás praticamente nem me lembrava que tinha um blog. Foram 34 visitantes únicos de domingo pra cá. Not bad… Sinceramente, achei que nem isso atingiria, devido ao tempo (e põe tempo nisso) que estava sem blogar. Bom, o que importa é que agora eu estou de volta e pretendo continuar postando material de qualidade com mais freqüência.

Mas, antes disso, eu gostaria de deixar claro pra vocês, meus leitores, que algumas mudanças ocorrerão por aqui e, mais do que nunca, gostaria de contar com a sua opinião pra que tanto eu quanto vocês saiamos ganhando nessa. 🙂

Mudanças no escopo do blog

Padrões web e desenvolvimento realmente me fascinam e eu adoro ler e escrever sobre isso. E foi esta a proposta do blog desde sua criação: postar artigos conceituais e práticos principalmente sobre XHTML e CSS. Está certo que eu já postei coisas pouco relacionadas com isso, e creio que tenha sido esse o meu erro, fugir do escopo. Mas eu gostaria de poder ir além. Sinto vontade de escrever sobre alguns assuntos diferentes e não o faço pois não sei até que ponto eu posso diversificar o conteúdo deste blog sem espantar os leitores. Entre os assuntos que gostaria de abordar estão:

  • Design em geral (conceitos, teoria e prática)
  • Usabilidade e a parte mais humana da internet
  • Publicidade (claro, focando em ações online)
  • Ferramentas de edição (principalmente Dreamweaver(!) e Photoshop)
  • e outros assuntos menos fáceis de categorizar

Como estou estudando (de novo, mas dessa vez pra valer) Python, é natural que apareça uma coisinha ou outra sobre Python e Django (framework escolhido até o momento pra programar em Python). Talvez apareça também algo relacionado a História da Arte e Semiótica, matérias que serão ministradas na faculdade neste semestre.

Ainda estou pensando na possibilidade de fazer podcasts e/ou videocasts nos moldes do roda&avisa: curtos e diretos. Mas ainda é só cogitação.

Maior integração com outros blogs

Quando eu comecei com o blog eu estava sempre tirando um tempo pra comentar os posts alheios. Com o tempo isso foi mudando e eu passei a ler os blogs somente pelo Bloglines (péssimo hábito), o que acabou me fazendo deixar de comentar.

Acredito que essa integração entre os blogueiros seja de suma importância pra toda a comunidade blogueira e até pros blogs individualmente. Trocar conhecimentos faz parte disso e é por isso que, desde sábado, quando voltei à blogosfera, estou voltando a ler os posts diretamente no blog (exceto quando estou no trabalho, pela falta de tempo mesmo) e a comentá-los sempre que tenho uma opinião que vá acrescentar algo. Além disso, estarei sempre enviando trackbacks a outros blogs que não estão na minha “rede” mas são relacionados com o assunto do post.

E finalmente… me libertar do WordPress

Acho que eu já cansei de falar sobre isso por aqui. Mas dessa vez vai! 🙂

A idéia é a seguinte: aproveitar meus estudos em Python e desenvolver eu mesmo o meu blog todo em Python/Django, incluindo aí o design, templates e, quem sabe, até o admin (o Django tem um admin que já vem “no gatilho” pra qualquer aplicação desenvolvida com ele, mas desenvolver a sua própria ferramenta é mais empolgante). E quem sabe, depois de tudo pronto, eu não libero a aplicação pra galera?

Claro, isso pode demorar um pouco muito, apesar da facilidade que estou tendo no aprendizado, mas é o único jeito dessa idéia de me libertar do WordPress engrenar.

E aí, o que acharam? Sugestões? Opiniões? Não gostou de algo? Não gostou de nada? Fala aí. 😉

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