Diz até que não é… um mau blog!

O Júlio Greff me indicou como um dos blogs que “dão pro gasto”. Eu fico contente com a indicação, visto que meu blog (mais uma vez) ficou jogado às traças por quase três meses.

Diz até que não é… um mau blog!

O meme consiste em indicar 7 blogs de responsa, e aí vão minhas indicações: And the oscar goes to…

E agora as regras do meme Diz até que não é… um mau blog!:

  1. Este prêmio deve ser atribuído aos blogs que considerem ser bons. Entende-se como bons os blogs que você costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
  2. Se e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post indicando a pessoa que lhe deu o prêmio com um link, a tag do prêmio, as regras e a indicação de outros 7 blogs para receberem o prêmio.
  3. Deve exibir orgulhosamente a tag do premio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.

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Sai Firefox, entra Flock

Há alguns dias saiu na Smashing Magazine um artigo sobre “browsers interessantes sobre os quais você nunca ouviu falar” e, posteriormente, o Pedro também falou sobre alguns deles.

O fato de eu descobrir que o Flock, um fork do Firefox, voltado à integração com as principais redes sociais, chegou em sua primeira versão estável, em conjunto com a minha insatisfação com o desempenho do Firefox me animou a testá-lo mais uma vez. Eu já havia testado o Flock antes, quando ele ainda estava em seus primeiros passos, mas na época não vi muita novidade e acabei não me interessando e desinstalando logo. Bem, as coisas mudaram.

Como disse, o Flock é bastante voltado para a integração com as redes sociais mais conhecidas, como Flickr, Del.icio.us, WordPress, Youtube, Facebook, entre outros. Existem recursos realmente facilitadores nele, como, por exemplo:

  • upload de fotos para o Flickr, direto do browser;
  • o Web Clipboard, uma espécie de área de transferência integrada ao browser;
  • gerenciador de contas e serviços (sem comentários);
  • interface para publicação de posts (na qual estou escrevendo este artigo), com editor bastante parecido com o usado pelo WordPress. Basta informar uma conta em algum serviço de blog conhecido, ou no seu próprio blog e começar a escrever seus posts;

Além disso, o Flock, como é baseado no Firefox, suporta todas (pelo menos das que testei) as extensões do Firefox, o que significa que você não precisa abrir mão de suas comodidades se quiser migrar do Firefox pro Flock.

Com o visual mais bonito, a mesma engine e uma integração fantástica com diversos serviços pela web, além de um desempenho melhor (meu Firefox chegava quase aos imperdoáveis 200MB de consumo) não tive que pensar duas vezes antes de mudar logo de browser. Estou confortável com o Flock e é nele que pretendo ficar, pelo menos até o lançamento “final” do Firefox 3. 🙂

Blogged with Flock

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Django, Django e mais Django

No final de semana a Revista INFO chegou à casa de seus assinantes trazendo uma matéria sobre frameworks web. O artigo fala sobre Django, Ruby on Rails e outros frameworks ágeis. Eu ainda não tive a oportunidade de ler o artigo, porém, acompanhado a repercussão na lista de discussão Django Brasil, pude perceber que, como é de costume da INFO, falaram besteira sem saber o que estavam falando. Entre outras asneiras incoerências, chegaram a dizer que o defeito do Django é ter sido escrito em Python e, portanto, requerer que se aprenda a linguagem antes que de usá-lo pra desenvolver.

Mas eu não estou aqui pra falar mal da INFO. Eu venho anunciar que, no mesmo dia em que a edição da INFO chegou ao público, o site oficial da comunidade Django Brasil entrou no ar (já com PageRank 5!). O site ainda não está com todo o conteúdo inserido, mas já dá pra tirar muita dúvida a respeito do framework (e ver que boa parte do que foi escrito na INFO é besteira). Eu tive o prazer de contribui com o design, o HTML inicial (que, é claro, já não está como eu deixei) e o CSS do site. Ainda há muita coisa a fazer (e refazer), mas devagarinho a gente chega lá…

Trabalhar junto com a comunidade foi um enorme prazer e um aprendizado muito grande pra mim. Eu estou realmente satisfeito de ter participado (e ainda continuarei participando) desse projeto e acredito que projetos assim só têm a somar na experiência de quem participa. Agradeço a toa a comunidade e, em especial, ao Guilherme Gondim (Semente), que foi paciente me ensinando como funciona o Subversion (sim, foi meu primeiro projeto usando Subversion e eu achei simplesmente fantástico) e todo o sistema do Google Code.

Veja o que estão falando por aí sobre o site.

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Diga “Oi” para o pingüim

Eu já venho namorando o Ubuntu há tempos. Desde o lançamento da penúltima versão (7.04 codinome Feisty Fawn) eu já venho tentando instalá-lo, porém, pela incompatibilidade do meu hardware (que era bem fraquinho) eu acabei desistindo por um tempo e me contentando com o Windows.

Acontece que eu comprei uma máquina nova, com hardware bem superior ao da máquina anterior e, além disso, uma nova versão do Ubuntu foi lançada exatamente na mesma semana que minha máquina nova chegou. Depois de ler em vários sites por aí e no próprio site do Ubuntu que a versão 7.10 (codinome Gutsy Gibbon) tinha um suporte melhor a diversos drivers não-suportados no Feisty, eu resolvi dar mais uma chance ao pingüim.

Meu Desktop Ubuntu Gutsy Gibbon

Baixei o .iso diretamente do site do Ubuntu um dia após o seu lançamento pois no dia do lançamento os servidores estavam congestionadíssimos e era quase impossível baixar o arquivo por lá. E a instalação foi tranqüila. Particionei o HD pelo Windows usando o PartitionMagic, dei o boot pelo CD do Gutsy, segui 7 passos super simples e pronto: com menos de 40 minutos, o Ubuntu estava instalado em minha máquina, sem necessitar de intervenção nenhuma durante a instalação. Reiniciei a máquina, tirei o CD da bandeja e dei “olá” ou admirável mundo novo.

O processo foi estupidamente simples. Ao contrário do que tinha acontecido com a tentativa de instalação do Feisty, não tive nenhum problema com hardware, nenhum sequer. Não precisei mexer em nada com relação a configurações de hardware, exceto pela instalação do driver de aceleração de vídeo da nVidia, pra poder ter todos aqueles efeitos mirabolantes na minha área de trabalho. Três cliques cuidaram disso pra mim.

Estou satisfeitíssimo com o Ubuntu, tanto pela performance quanto pela simplicidade de se fazer tudo. Você só precisa ir ao terminal se quiser, pra tudo o que você faria nele há uma aplicação gráfica que tome conta, mesmo que não esteja instalada por padrão no sistema. Enquanto isso, o Windows está lá na partição dele, pronto pra quando eu precisar de um Photoshop, Illustrator ou InDesign da vida (e só pra isso). 🙂

Ah! E aí vai a configuração da minha máquina nova:

  • ASUS P5LD2-X (som e rede integrados)
  • Intel Dual Core 1.6ghz
  • Memória 1Gb DDR2
  • nVidia geForce 7300GS 256/512Mb
  • Monitor Samsung LCD 17″ widescreen

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Microsoft libera o IE7 para Windows pirateados

Eu não gosto de postar apenas links pra matérias, mas essa notícia (@INFO Online) é sensacional e não pude deixar de divulgar.

O IE7 não é o ideal de browser que se esperava que fosse mas sem dúvida já é um grande avanço em relação a seu irmão mais novo. A possibilidade de todos os usuários de IE6 migrarem para o IE7 sem ter que passar pela validação do Windows é realmente excelente pra nós, desenvolvedores, já que o suporte aos padrões do IE7 é menos pior que do IE6. Portanto, divulguem essa notícia e substituam os IEs em quantos computadores você puder. 🙂

Mas, é claro, prefira sempre a raposa. 😉

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