Django, Django e mais Django

No final de semana a Revista INFO chegou à casa de seus assinantes trazendo uma matéria sobre frameworks web. O artigo fala sobre Django, Ruby on Rails e outros frameworks ágeis. Eu ainda não tive a oportunidade de ler o artigo, porém, acompanhado a repercussão na lista de discussão Django Brasil, pude perceber que, como é de costume da INFO, falaram besteira sem saber o que estavam falando. Entre outras asneiras incoerências, chegaram a dizer que o defeito do Django é ter sido escrito em Python e, portanto, requerer que se aprenda a linguagem antes que de usá-lo pra desenvolver.

Mas eu não estou aqui pra falar mal da INFO. Eu venho anunciar que, no mesmo dia em que a edição da INFO chegou ao público, o site oficial da comunidade Django Brasil entrou no ar (já com PageRank 5!). O site ainda não está com todo o conteúdo inserido, mas já dá pra tirar muita dúvida a respeito do framework (e ver que boa parte do que foi escrito na INFO é besteira). Eu tive o prazer de contribui com o design, o HTML inicial (que, é claro, já não está como eu deixei) e o CSS do site. Ainda há muita coisa a fazer (e refazer), mas devagarinho a gente chega lá…

Trabalhar junto com a comunidade foi um enorme prazer e um aprendizado muito grande pra mim. Eu estou realmente satisfeito de ter participado (e ainda continuarei participando) desse projeto e acredito que projetos assim só têm a somar na experiência de quem participa. Agradeço a toa a comunidade e, em especial, ao Guilherme Gondim (Semente), que foi paciente me ensinando como funciona o Subversion (sim, foi meu primeiro projeto usando Subversion e eu achei simplesmente fantástico) e todo o sistema do Google Code.

Veja o que estão falando por aí sobre o site.

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Diga “Oi” para o pingüim

Eu já venho namorando o Ubuntu há tempos. Desde o lançamento da penúltima versão (7.04 codinome Feisty Fawn) eu já venho tentando instalá-lo, porém, pela incompatibilidade do meu hardware (que era bem fraquinho) eu acabei desistindo por um tempo e me contentando com o Windows.

Acontece que eu comprei uma máquina nova, com hardware bem superior ao da máquina anterior e, além disso, uma nova versão do Ubuntu foi lançada exatamente na mesma semana que minha máquina nova chegou. Depois de ler em vários sites por aí e no próprio site do Ubuntu que a versão 7.10 (codinome Gutsy Gibbon) tinha um suporte melhor a diversos drivers não-suportados no Feisty, eu resolvi dar mais uma chance ao pingüim.

Meu Desktop Ubuntu Gutsy Gibbon

Baixei o .iso diretamente do site do Ubuntu um dia após o seu lançamento pois no dia do lançamento os servidores estavam congestionadíssimos e era quase impossível baixar o arquivo por lá. E a instalação foi tranqüila. Particionei o HD pelo Windows usando o PartitionMagic, dei o boot pelo CD do Gutsy, segui 7 passos super simples e pronto: com menos de 40 minutos, o Ubuntu estava instalado em minha máquina, sem necessitar de intervenção nenhuma durante a instalação. Reiniciei a máquina, tirei o CD da bandeja e dei “olá” ou admirável mundo novo.

O processo foi estupidamente simples. Ao contrário do que tinha acontecido com a tentativa de instalação do Feisty, não tive nenhum problema com hardware, nenhum sequer. Não precisei mexer em nada com relação a configurações de hardware, exceto pela instalação do driver de aceleração de vídeo da nVidia, pra poder ter todos aqueles efeitos mirabolantes na minha área de trabalho. Três cliques cuidaram disso pra mim.

Estou satisfeitíssimo com o Ubuntu, tanto pela performance quanto pela simplicidade de se fazer tudo. Você só precisa ir ao terminal se quiser, pra tudo o que você faria nele há uma aplicação gráfica que tome conta, mesmo que não esteja instalada por padrão no sistema. Enquanto isso, o Windows está lá na partição dele, pronto pra quando eu precisar de um Photoshop, Illustrator ou InDesign da vida (e só pra isso). 🙂

Ah! E aí vai a configuração da minha máquina nova:

  • ASUS P5LD2-X (som e rede integrados)
  • Intel Dual Core 1.6ghz
  • Memória 1Gb DDR2
  • nVidia geForce 7300GS 256/512Mb
  • Monitor Samsung LCD 17″ widescreen

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Microsoft libera o IE7 para Windows pirateados

Eu não gosto de postar apenas links pra matérias, mas essa notícia (@INFO Online) é sensacional e não pude deixar de divulgar.

O IE7 não é o ideal de browser que se esperava que fosse mas sem dúvida já é um grande avanço em relação a seu irmão mais novo. A possibilidade de todos os usuários de IE6 migrarem para o IE7 sem ter que passar pela validação do Windows é realmente excelente pra nós, desenvolvedores, já que o suporte aos padrões do IE7 é menos pior que do IE6. Portanto, divulguem essa notícia e substituam os IEs em quantos computadores você puder. 🙂

Mas, é claro, prefira sempre a raposa. 😉

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Construindo sites com CSS e (X)HTML


Excelente notícia pra você que está querendo aprender a construir sites com CSS e XHTML, ou mesmo pra você que já é desenvolvedor mas quer aprender mais sobre o assunto: O Maujor acaba de anunciar o lançamento de seu livro, que acontecerá em Fevereiro de 2008, pela editora Novatec.

O livro está em processo de revisão, já contando com 14 capítulos, distribuídos em 300 páginas e ainda há conteúdo a inserir. Finalmente teremos um bom título escrito por alguém que conhece bastante do assunto e originalmente em nossa linguagem. É esperar pra ver. 😉

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Easter egg no Windows XP

Voltando de dias péssimos e fugindo um pouco do tema do blog… 🙂

Abra o prompt de comando e digite telnet towel.blinkenlights.nl.
Se você usa um firewall pode ser necessário aceitar conexões da internet, mas não se preocupe, aceite e divirta-se.

Quem disse que o shell do Windows não pode ser divertido? 😛

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The Power Schmooze

The Power of Schmooze Award

Pois é, já há algum tempo eu fui indicado pelo Tiago Floriano para participar do meme The Power of Schmooze Award.

Esse meme consiste em indicar 5 boas referências de leitura, usualmente os 5 blogs que você deseja que haja itens novos cada vez que você abre a aba do Bloglines (ou Google Reader, se preferir). E aí vai minha lista:

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Como foi o CodeShow

Mais de uma semana se passou e só agora estou escrevendo sobre o CodeShow. Shame on me… Bom, o fato é que o CodeShow foi bom. Um pouco menos do que eu esperava, mas ainda assim foi bom. Talvez seja por isso que eu só estou escrevendo sobre isso agora.

Primeiramente, é muito engraçado quando se está num lugar rodeado de pessoas que você lê, mas não conhece. É como se você conhecesse todo mundo, mas ao mesmo tempo não conhecesse ninguém. Os que consegui reconhecer foram apenas a Simone Villas Boas, do Pixeladas Aleatórias (que se sentou ao meu lado e foi com quem eu passei a maior parte do tempo, junto com o Rafael Apocalypse) e o Tarcísio Sassara, que também se sentou ao meu lado, mas só fui me dar conta de quem era mais tarde.

Mas vamos falar sobre o evento em si…

A aplicação

A idéia era construir uma aplicação de catalogação de livros. Funciona basicamente assim: se você possui algum livro, procura por ele no sistema e adiciona-o no seu perfil; se o livro ainda não existe no sistema, você cadastra-o entrando com as informações Nome do Livro, Imagem da capa, Autor e ISBN. Há ainda a possibilidade de comentar livros alheios.
É uma espécie de del.icio.us de livros.

Pontos negativos

Pra começar, a aplicação não ficou pronta. Tudo bem, isso não importou tanto, já que, de certa forma, todos nós já esperávamos por isso. Mas faltou realmente muita coisa pra que ela ficasse pronta. Espero que ela seja terminada e lançada em breve.

Para os designers não foi tão ruim, já que na maioria do tempo o Diego ficou escrevendo HTML (sim, HTML 4) e CSS (claro, sem deixar de exibir toda a frescurite de seu MacBook :P). Já para programadores (ou designers que estavam interessados também na programação, como eu) deve ter sido entediante, já que não foi dada muita atenção à programação.

Os layouts não estavam prontos. E nem sequer planejados. Dessa forma, perdeu-se muito tempo precioso com o Diego tendo que desenhar telas lá na hora, telas essas que ele nem sabia que iria existir.

A aplicação deveria estar inteiramente planejada. No início do dia, perdemos uma boa hora (talvez até mais) pensando a aplicação, enquanto o foco do evento seria a “mão na massa”.
Se a aplicação já tivesse planejada, as telas já poderiam estar todas desenhadas, o que pouparia o tempo do planejamento (que, repito, não era o principal interesse de quem estava ali) e do desenho das telas. Dessa forma, ao invés de começar pensando a aplicação, o evento poderia começar apenas explicando-a.

O local era ótimo, mas acho que a “manobra” feita pra colocar mais gente no evento foi mais negativa do que positiva. Se o evento tivesse sido mesmo na Visie, além de economizar boa parte do tempo gasto com a instalação da infra-estrutura pra transmissão on-line, o horário poderia ter sido estendido um pouco mais, já que aplicação terminou crua. A menos que na Visie não houvesse como transmitir on-line, acho que não valeu a pena transferir o evento pra um local maior. Eu teria ficado até 21h pra ver tudo pronto. 🙂

Pontos positivos

A dica que “valeu o dia”, segundo as palavras do próprio Élcio, foi o Subversion. Já tinha lido vagamente sobre ele por aí mas nunca animei testar pra ver como funciona. O interessante é que, na quarta-feira em meu serviço, eu gastei o dia de trabalho fazendo um retrabalho por causa de um programador .NET (sempre eles) que substituiu uns arquivos que eu já havia modificado pelos arquivos antigos. Ah, se eu conhecesse o Subversion antes…

No que diz respeito a códigos, não tirei muito proveito, já que muito do que sei aprendi com eles mesmo. Até dei alguns palpites no código e recebi um “pedido informal de currículo” (até que seria uma boa idéia…). 😛

Além disso, foi bom poder bater um papo com a Simone, pela sua simpatia e experiência em projetos on-line dos mais diversos e saber que, ao contrário do que eu pensava, não sou só eu que não me dou muito bem com programadores .NET. 😛 Saber um pouco do que ela pensa sobre desenvolvimento e o mercado atual da internet foi enriquecedor.

Fazendo um balanço final…

Como o Élcio fez questão de dizer, essa foi só a primeira edição de um evento que segue um roteiro totalmente diferente do que já se viu por aí. Dessa forma, é natural e até compreensível que tenha havido muitos erros. Desde que, é claro, nas próximas edições eles sejam corrigidos. 😉

Ficam aí então as minhas sugestões para o próximo CodeShow:

  • Ter a aplicação toda planejada e desenhada, cabendo só uma explanação sobre ela no início do evento;
  • Ter os horários definidos para cada etapa do desenvolvimento.
  • Pensar num work-around caso a aplicação não fique pronta. Nem que seja a disponibilização de vídeos do resto do desenvolvimento.
  • Coffee break. 🙂 Afinal de contas, também estamos lá pra conhecer-mos uns aos outros.

Claro, não posso esquecer de dizer que durante o evento também foi lançado o CodeShow Vídeos, o YouTube dos desenvolvedores web.

Observação importante: O Mac do Diego travou. Duas vezes. 😛

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