Designer

Que coisa linda. 🙂

Quero ser designer - Parte 01Quero ser designer - Parte 02

@ Rafael Apocalypse, que conheci na minha ida ao CodeShow, sobre o qual escrevo mais tarde, quando terminar de ler as centenas de feeds e e-mails. 😛

10 Comentários

Arquivado em Cotidiano, Design, Pessoal, Rapidinhas

Quem vai ao CodeShow?

[momento ‘help me’]
Alguém de vocês vai ao CodeShow?

Estou com uma expectativa muito boa com relação ao CodeShow, não só pelos assuntos que serão abordados no evento, mas também pelo fato de ser o primeiro evento que participo na área de internet. Acredito que será uma grande oportunidade para, além de adquirir mais conhecimento com quem sabe, conhecer melhor outras pessoas da área, fazer novos contatos, novas amizades.

Tudo bem, eu estou com inscrição paga e passagens compradas mas… preciso contar um segredinho pra vocês: nunca fui a São Paulo. 🙂 Moro em Ipatinga, interior de Minas. Por aqui não existe metrôs nem terminais rodoviários, nada além de uma estação ferroviária, uma rodoviária e um aeroporto modesto. Um bairro de São Paulo deve ser maior que Ipatinga.

Olhando bem o mapa de como chegar à Visie, não me parece complicado encontrar o lugar, pela proximidade ao metrô. Bom, pelo menos se eu soubesse como chegar ao metrô… rsrs. Um pingo de precaução não faz mal a ninguém e amigos servem pra essas coisas, não? 🙂

Se você vai ao CodeShow e pode me ajudar, sendo meu guia por lá, por favor mantenha contato comigo através do email jaderubini[at]gmail[dot]com. E se você vai ao CodeShow, mas também está meio sem rumo como eu, junte-se a mim, quem sabe a gente não consegue se perder virar juntos? ;P
[/momento ‘help me’]

11 Comentários

Arquivado em CodeShow, Comunidade, Cotidiano, Cursos, Pessoal

Faça o Dreamweaver trabalhar a seu favor – Parte I: Benefícios gerais

Depois de uma semana longe do meu computador (eu já estava me prometendo isso a meses :P), mais de 300 e-mails e mais de 600 feeds pra ler, estamos de volta. E pra voltar, vou começar uma pequena série que eu já estava planejando à altura do post passado, que tratará do uso do Dreamweaver para a produtividade, sem perder de vista o uso dos padrões web.

Eu já fui purista extremista. Já meti o pau em quem usava Dreamweaver, assimilando-o com o descaso com o desenvolvimento em web standards. Mas o tempo passa e a gente cresce e aprende que a qualidade do código está diretamente ligada ao desenvolvedor e não ao editor usado. Depois da lição de vida (:P) vamos logo ao que interessa.

Benefícios gerais do Dreamweaver

Na minha época de purista, vivia “pulando de editor em editor”, quase toda semana eu testava um e o que mais tinha me agradado no final das contas era o EditPlus por algumas facilidades que ele me proporcionava. Quando comecei a trabalhar em uma agência web e tive que usar o Dreamweaver eu chiei muito, mas acabei aceitando a idéia e passei a buscar vantagens e pesar vantagens/desvantagens em relação ao EditPlus e vi que não fazia sentido continuar com tanto preconceito com o Dreamweaver. Nesta primeira parte da série, vamos focar nos benefícios já incluídos no Dreamweaver. Mais adiante veremos coisas um pouco mais divertidas, como customizar algumas coisinhas…

Gerenciamento de sites (Dreamweaver sites)

É um dos recursos mais fantásticos e úteis do Dreamweaver. Através do Manage Sites é possível definir sites armazenados localmente ou remotamente, tanto em um outro computador da rede quanto em um servidor on-line. Também é possível especificar o modelo de servidor do site, como por exemplo PHP MySQL, ASP.NET, JSP, etc. também com acesso local ou via FTP.

Um outro recurso muito útil no manuseio de sites no Dreamweaver é a atualização automática dos links quando se altera o nome de um arquivo ou pasta. O Dreamweaver tem uma paleta chamada Files (F8) que lista todos os arquivos e pastas de seu site. Assim, se você resolver mudar o nome de uma pasta, arquivo de imagem, ou qualquer arquivo que seja, ele perguntará se você deseja atualizar os links contidos em outros documentos que apontavam pra esse arquivo/pasta que você renomeou. Em projetos grandes isso é muito, muito útil.

Auto-completar

Há algum tempo atrás eu era completamente contra o uso do auto-complemento, mas, como disse, o tempo e a experiência em um ambiente “real world” de produção me ensinaram que produtividade é tudo.

O recurso de auto-complemento do Dreamweaver em si não é lá um grande diferencial, já que vários outros softwares oferecem algo parecido, o que ele tem a mais é que ele busca id’s e classes definidas na folha de estilos linkada ao documento, o que quase sempre é muito útil. Ainda há algumas tags deprecated, mas algumas já foram “capinadas”.

O que eu acho muito bom mesmo é o fato de ele fechar automaticamente as tags assim que é digitado o “>” da abertura da tag (precisa ser habilitado na seção Code Hints em Edit > Preferences).

Find/Replace robusto

Sem dúvida o melhor Find/Replace do qual já ouvi falar. Permite várias combinações, incluindo uso de expressões regulares, busca por tags específicas, busca por textos específicos dentro de tags específicas, busca no documento atual, em todos os arquivos do site atual, todos os arquivos abertos, todos os arquivos de uma pasta específica, etc. Não dá nem pra citar todas as possibilidades. 😛

Por hoje é só. Tenho que admitir que nunca me imaginei escrevendo um artigo desses, principalmente a favor do Dreamweaver, mas espero que tenham gostado e aproveitem bem essas dicas e as que ainda virão. Produtividade é de suma importância na vida de qualquer profissional e por isso é sempre bom saber tirar o máximo de proveito das ferramentas que temos disponíveis pois nós, profissionais de internet, bem sabemos que tempo realmente é dinheiro.

Um abraço a todos e até a próxima.

5 Comentários

Arquivado em Artigos, Dreamweaver, Produtividade, Softwares, Tutoriais

Colocando ordem na casa

A minha volta à blogosfera até que não foi nada mal. Olhando nas estatísticas tive um número de visitas razoável, considerando que até poucos dias atrás praticamente nem me lembrava que tinha um blog. Foram 34 visitantes únicos de domingo pra cá. Not bad… Sinceramente, achei que nem isso atingiria, devido ao tempo (e põe tempo nisso) que estava sem blogar. Bom, o que importa é que agora eu estou de volta e pretendo continuar postando material de qualidade com mais freqüência.

Mas, antes disso, eu gostaria de deixar claro pra vocês, meus leitores, que algumas mudanças ocorrerão por aqui e, mais do que nunca, gostaria de contar com a sua opinião pra que tanto eu quanto vocês saiamos ganhando nessa. 🙂

Mudanças no escopo do blog

Padrões web e desenvolvimento realmente me fascinam e eu adoro ler e escrever sobre isso. E foi esta a proposta do blog desde sua criação: postar artigos conceituais e práticos principalmente sobre XHTML e CSS. Está certo que eu já postei coisas pouco relacionadas com isso, e creio que tenha sido esse o meu erro, fugir do escopo. Mas eu gostaria de poder ir além. Sinto vontade de escrever sobre alguns assuntos diferentes e não o faço pois não sei até que ponto eu posso diversificar o conteúdo deste blog sem espantar os leitores. Entre os assuntos que gostaria de abordar estão:

  • Design em geral (conceitos, teoria e prática)
  • Usabilidade e a parte mais humana da internet
  • Publicidade (claro, focando em ações online)
  • Ferramentas de edição (principalmente Dreamweaver(!) e Photoshop)
  • e outros assuntos menos fáceis de categorizar

Como estou estudando (de novo, mas dessa vez pra valer) Python, é natural que apareça uma coisinha ou outra sobre Python e Django (framework escolhido até o momento pra programar em Python). Talvez apareça também algo relacionado a História da Arte e Semiótica, matérias que serão ministradas na faculdade neste semestre.

Ainda estou pensando na possibilidade de fazer podcasts e/ou videocasts nos moldes do roda&avisa: curtos e diretos. Mas ainda é só cogitação.

Maior integração com outros blogs

Quando eu comecei com o blog eu estava sempre tirando um tempo pra comentar os posts alheios. Com o tempo isso foi mudando e eu passei a ler os blogs somente pelo Bloglines (péssimo hábito), o que acabou me fazendo deixar de comentar.

Acredito que essa integração entre os blogueiros seja de suma importância pra toda a comunidade blogueira e até pros blogs individualmente. Trocar conhecimentos faz parte disso e é por isso que, desde sábado, quando voltei à blogosfera, estou voltando a ler os posts diretamente no blog (exceto quando estou no trabalho, pela falta de tempo mesmo) e a comentá-los sempre que tenho uma opinião que vá acrescentar algo. Além disso, estarei sempre enviando trackbacks a outros blogs que não estão na minha “rede” mas são relacionados com o assunto do post.

E finalmente… me libertar do WordPress

Acho que eu já cansei de falar sobre isso por aqui. Mas dessa vez vai! 🙂

A idéia é a seguinte: aproveitar meus estudos em Python e desenvolver eu mesmo o meu blog todo em Python/Django, incluindo aí o design, templates e, quem sabe, até o admin (o Django tem um admin que já vem “no gatilho” pra qualquer aplicação desenvolvida com ele, mas desenvolver a sua própria ferramenta é mais empolgante). E quem sabe, depois de tudo pronto, eu não libero a aplicação pra galera?

Claro, isso pode demorar um pouco muito, apesar da facilidade que estou tendo no aprendizado, mas é o único jeito dessa idéia de me libertar do WordPress engrenar.

E aí, o que acharam? Sugestões? Opiniões? Não gostou de algo? Não gostou de nada? Fala aí. 😉

5 Comentários

Arquivado em Blog, Comunidade, Cotidiano, Pessoal, Projetos

Qual curso devo fazer pra me tornar um desenvolvedor web?

O Diego Eis postou um artigo interessantíssimo sobre Faculdades, cursos e conhecimento. E eu aproveito a deixa pra ressuscitar esse blog, que é uma coisa que eu já estou querendo fazer a muito tempo. 🙂
Este post também se enquadra no meme que está rolando por aí, embora, por motivos óbvios, eu não tenha sido convidado. 😛

Minha história com relação a cursos superiores é bem engraçada…
Fiz Engenharia de Produção até o 4º período, porque era “meu sonho desde criancinha” (e também dos meus pais, claro). Quando entrei pra faculdade eu já sabia algo de desenvolvimento web, mas muito superficialmente. Eu só fazia uns layoutzinhos de brincadeira no Photoshop de vez em quando e andava lendo sites como o finado BananaDesign.com.br (que, apesar do nome engraçado, contava com ótimos colunistas, entre eles, Renê de Paula Jr.).

Aconteceu que, a medida que eu ia tendo mais contato com os cálculos eu sentia que eu realmente gostava daquilo, mas não era daquilo que eu queria sobreviver. Ao mesmo tempo, eu ia me aprofundando em assuntos mais específicos sobre o desenvolvimento web como usabilidade, UX, princípios de design de interfaces, e tudo isso ia me agradando muito. E foi então que eu decidi descobri que Engenharia definitivamente não estava mais nos meus planos.

Nessa época eu estava ainda na metade do 3º período e decidi não interromper o curso de imediato, temendo estar tomando uma decisão precipitada. De qualquer forma, durante o tempo que podia, eu comecei a me dedicar a coisas mais práticas do desenvolvimento web, começando a aprender XHTML e CSS. Sites como Tableless, BrunoTorres.net, Revolução Etc e Maujor foram essenciais nessa etapa.

Foi então que surgiu uma oportunidade pra eu estagiar numa agência web aqui da cidade, em meio período. Resolvi topar o desafio (desafio mesmo, já que eu não sabia praticamente nada até aquele momento), já que daria pra conciliar o estágio com a faculdade.
Foi a gota d’água pra que desistisse da engenharia de uma vez por todas. A medida que eu ia vendo como as coisas funcionam (ou, muitas vezes, como deveriam funcionar) eu ia me encantando mais pelo desenvolvimento web e senti que era nesse meio que eu gostaria de viver.
A essa altura, eu já tinha completado o 3º período e estava iniciando o 4º.

Meus pais quase desmaiaram de susto quando eu disse que não queria mais seguir na engenharia. Ainda mais quando ficaram sabendo que o que eu queria fazer era Publicidade & Propaganda. Chegaram até a dizer que eu não precisei de curso superior pra exercer o cargo que eu já estava exercendo, o que não aconteceria com a engenharia. Ficou claro o preconceito que eles têm tinham quanto ao mercado da internet, julgando-o como “coisa de menino sem ter o que fazer, ou sem interesse em coisas mais importantes”. Muitas ladainhas depois, eles acabaram aceitando (mesmo sem concordar) minha opção.
Matrícula trancada, aproveitei pra investir meu tempo livre em mais aprendizado na área, entre outras coisas, claro.

Bom, acabo de completar o 1º semestre de Publicidade & Propaganda e posso dizer que não poderia ter feito escolha melhor. Minha mente já está pipocando de idéias para futuros projetos, o que não havia acontecido após quase 2 anos de engenharia. Os conhecimentos que tenho adquirido principalmente nas áreas de antropologia e filosofia(!) têm sido bastante importantes pra que eu possa compreender mais esse “mundo 2.0” em que vivemos.
Espero continuar com essa ótima expectativa para o futuro e conseguir pôr meus projetos em prática, o que certamente me trará um retorno muito mais positivo do que estou tendo atualmente.

Bom, essa foi e tem sido minha experiência com cursos superiores. Cursos intensivos eu nunca fiz, nem cogito fazer. No mais, sempre estou atento a eventos, palestras e workshops e vou começar a participar deles sempre que puder, começando pelo CodeShow.

Espero que, com esse verdadeiro testemunho, eu tenha ajudado a elucidar que não existe o curso pra se tornar desenvolvedor web. Aprender XHTML, CSS, Javascript, Ajax, PHP, Python, Ruby, etc. qualquer um com um pouco de tempo e disposição pra garimpar a web atrás de referências pode aprender. A escolha do curso ideal pra você vai depender do foco que você irá querer dar em sua atuação na web, o que vai muito, mas muito além de tecnologias ou ferramentas, que é só o que se aprende (e às vezes até muito mal) em faculdades e em alguns cursos intensivos.
Ter uma certificação de um curso intensivo é bom? Sim. Pode fazer a diferença na hora de ser contratado? Talvez. O que é fato é que a web é e está caminhando pra ser cada vez mais multidisciplinar e, às vezes, se mergulhar em cursos pra aprender tecnologias ou ferramentas pode não ser tão proveitoso quanto buscar um diferencial no quesito multidisciplinaridade. Até porque existem muitos autodidatas por aí que dão show em pessoas certificadas na tecnologia X ou Y. 😉

Gostaria de ver estes caras falando sobre a experiência deles com relação a cursos superiores e/ou intensivos:

Um abraço a todos vocês, leitores fiéis que sobreviveram a todo esse tempo de seca. Dessa vez eu vou tentar ser mais freqüente com minhas postagens, juro!
Até mais.

6 Comentários

Arquivado em Artigos, Carreira, Cursos, Estudos, Mercado

O blog não morreu.

O Refael Marin postou um comentário perguntrando sobre o estado de saúde do blog.

Bem, pode parecer desculpa esfarrapada, mas não é. Além de eu estar imerso num projeto muito grande na agência onde trabalho, minha máquina em casa está com problemas que parecem não ter solução (ou melhor, explicação). Já formatei duas vezes e sempre é um problema novo que surge. Inclusive estou pensando seriamente em abandonar de vez o Windows e experimentar algum Linux, mais exatamente o Ubuntu. Tem alguma sugestão?

Como se não bastasse, estou acompanhando as aulas do Grupo de Estudo iEvolution, pois estou realmente muito interessado em aprender Javascript e PHP, e vou começar também a dar um auxílio pro Felipe nas aulas de lógica de programação. O que me acaba tomando ainda mais tempo…

Enquanto as coisas não se acertam pro meu lado e a Lua não muda fase – levando essa maré de azar – estou atento aos feeds alheios (aliás, quer dar uma olhada no que tenho lido?), mas praticamente impossibilitado de postar com certa frequência. Quem sabe eu não volto de uma vez em um novo domínio, com um design novo (feito por mim) – que, aliás já está nascendo – e munido de um novo sistema operacional? Espero que vocês, leitores, não me abandonem antes disso. 🙂

4 Comentários

Arquivado em Cotidiano

Galeria CSS#8

3 Comentários

Arquivado em CSS, Galeria CSS